quinta-feira, 22 de maio de 2008

Flagrantes da vida selvagem



Bernardo me ensinando a fazer print screen.

sábado, 10 de maio de 2008

Humor de naufrágio



Li essa expressão num conto d'O Livro das Pequenas Infidelidades. Nem lembro em que conto foi, acho que as pessoas estavam numa festa, não, acho que estou confundindo, deve ter sido n'O Amor nos Tempos do Cólera, no casamento-temporal, quando dá tudo errado e instala-se entre os convidados o "humor de naufrágio".
Não importa.
Sei bem como é.
Lembrei essa noite da expressão, quando ouvia Satie.
E, fazendo essa associação, lembrei de Satie em Limite: http://www.youtube.com/watch?v=E2fQHnvfPf4, eu nem tinha reparado que a música era dele quando vi o filme.

Bom, neste sábado náufrago, deixo-vos com aquele que me apresentou Erik Satie: http://semamorsoaloucura.blogspot.com/2007/01/pela-passagem-de-uma-grande-dor.html

terça-feira, 6 de maio de 2008

You come here to meeeee



We'll collect those lonely parts
And set them down

terça-feira, 29 de abril de 2008

Diário de uma desempregada

No passado as pessoas tinham numerosas oportunidades de se entregar a formas genuínas de convivência e à busca de esforços pessoais, completamente livres de qualquer relação com o mercado.
Ao proporcionar a seus membros essas oportunidades, as sociedades antigas interpretavam-se como réplicas do cosmos, e assim se conformavam a prescrições de caráter sagrado, ou quase-sagrado. Em tais sociedades, as pessoas dispunham de muito tempo, não relacionado à sua condição de trabalhadoras, no qual se poderiam engajar em objetivos autogratificantes. Em seu calendário, o caráter das horas, dos dias, dos meses e dos anos refletia o interesse que tinham pelas múltiplas implicações da dimensão sagrada da vida.

domingo, 27 de abril de 2008

Uma dúvida

Como lidar/conviver/se relacionar com pessoas que você não admira?

quinta-feira, 24 de abril de 2008

O milagre está fora do empírico.



Que se cumpra o idealizado.
Que acreditem.
Que riam das suas paixões.
Porque o que consideram paixão, na realidade, não é energia espiritual, mas apenas fricção entre a alma e o mundo externo.
O mais importante é que acreditem neles próprios e se tornem indefesos como crianças.
Porque a fraqueza é grande, enquanto a força é nada.
Quando o homem nasce, é fraco e flexível.
Quando morre, é impassível e duro.
Quando uma árvore cresce, é tenra e flexível.
Quando se torna seca e dura, ela morre.
A dureza e a força são atributos da morte.
Flexibilidade e fraqueza são a frescura do ser.
Por isso, quem endurece, nunca vencerá.